Extração de Espermatozóides por Microdissecção do Testículo
Há Esta forma de captura de espermatozóides, do nosso ponto de vista, só deve ser empregada nos casos de azoospermia não-obstrutiva, onde as chances de se encontrar espermatozóides pela biópsia convencional são pequenas. Nesta técnica, a bolsa testicular é aberta, o testículo é exposto e com o auxílio do microscópio, identifica-se uma área transversa ao eixo maior do órgão onde haja poucos vasos. Prossegue-se com a cirurgia fazendo uma secção
superficial no testículo. Desta forma, teremos uma longa linha de túbulos seminíferos que, examinados cuidadosamente com o microscópio, permitirá detectar locais onde os túbulos estão mais engurgitados, local de maior chance para o encontro de espermatozóides.
Estas áreas mais engurgitadas são removidas e em seguida, os túbulos no laboratório serão ordenhados, procurando-se analisar as células do epitélio seminífero obtidas.
Havendo espermatozóides maduros ou espermátides, sobretudo em alongamento,
estes poderão ser injetados nos oócitos da companheira.
Uma vez obtidas as células, procede-se o fechamento do testículo na sala cirúrgica. Dependendo o estado de maturidade das células obtidas, a criopreservação poderá ser empregada para as células excedentes, mas geralmente espermatozóides obtidos por esta técnica não são passíveis de congelamento devido à sua fragilidade.
O video acima é uma produção realizada durante uma cirurgia de obtenção de espermatozóides do testículo, pela técnica de microdissecção (TESE). Este procedimento é indicado para homens que apresentam problemas na produção de espermatozóides.
Observação:
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Última atualização: Abril de 2009.
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